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Das coisas que ela já me disse:

“ Quando eu te olho assim… Meu coração parece que dança”


“Eu sei que o que a gente sente é pra sempre. Eu tenho essa certeza”


9.10.17 17:55

Tô aqui em cima vendo o pôr do sol e ouvindo uma música que chama You Get Me So High. O nome me atraiu e me inspirou a escrever alguma qualquer coisa. 

Hoje foi um dia longo. Acordei com o estômago berrando socorro, tentei enfiar um comprimido guela abaixo que na verdade só serviu pra intensificar a náusea. Me levantei e corri pro banheiro e fiquei uns 15 minutos abraçada ao vaso sanitário, sem sucesso nas tentativas de expulsar algo de dentro de mim. Respirei. Voltei pra tentar dormir, mas a dor estomacal não deixou, então me rendi e fui comer. 

Cochilei mais alguns minutos, mas logo fui interrompida. Aí ela me deu bom dia e de repente a perspectiva de continuar deitada me pareceu menos atraente. Os planos eram vê-la, passarmos o dia juntas, mas um imprevisto nos impediu de fazer isso. Confesso que fiquei meio tristinha, e no final das contas acabei maratonando aquela série que me lembra tanto dela. Sempre que Cosima e Delphine aparecem na tela, é inevitável. Me lembro. 

Agora estou pensando nela, meio que com saudades. E esse nem era pra ser um texto sobre isso, era mais na intenção de um diário, de vir aqui em cima e desabafar tudo que se passa dentro de mim, acontece que ela sempre vem caminhar entre meus pensamentos sem que eu a convide, necessariamente. 

Estou pensando em um presente que posso dar a ela. Enquanto escuto Lights On, do Shawn, que descreve perfeitamente o que eu sentia nas primeiras vezes que ficamos juntas… E ainda fico nervosa quando penso que vou vê-la, minhas pernas tremem quando nossos olhares se cruzam, me encho de calafrios a cada toque dela. É um sentimento de outro planeta, já disse que é transcendental. E eu não me canso nunca. 





5 years ago 0 notes · reblog

8.10.17  12:47

Vou acabar fazendo desse blog um diário meu. 

Hoje é um domingo sem ela e eu ando lembrando da minha viagem. Mas cada pensamento é um pensamento que eu quero compartilhar, e cada espaço entre eles é um plano de surpreendê-la, agradá-la, fazer algo pra ela. Porque ela me faz tão, tão bem todos os dias… E todos os dias eu a escolho e ela escolhe a mim. 

A saudade é cotidiana, e mesmo que eu tenha passado mais de 24h com ela na sexta e no sábado, queria a sua companhia agora. Nossa sexta foi gostosinha, apesar de cansativa. Mas dormir com ela foi transcendental como sempre é. Nós duas, sentadas no chão do terraço abraçadas e jogando conversa fora, os abraços inesperados que ela me dá, depois os beijos e beijos naquele sofá cinza que já é nosso por tradição. E todo o diálogo, as confissões, tudo que se dá naquele quarto. Todo o carinho, o cuidado, o sono depois disso e dormir abraçadinha com ela em frente àquela parede amarela, quando o sol já se erguia. Acordar e ver o rosto dela ali, bem do meu lado, afogado no meu corpo e eu aconchegada no dela. 

Passar o dia com ela, com sono, foi novidade. Mas foi tudo muito gostoso, principalmente todas as conversas na cozinha. Traz uma paz, uma sensação de lar… E aquela simulação de luta na qual ela disse que ia me aplicar um golpe mas acabou esquecendo tudo.

Eu mal vejo a hora de vê-la de novo, e de novo, e de novo. E de botar em prática todos os planos…